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PragasSOS Falar com um técnico

Atendimento para quintal, jardim, condomínio e chácara

Controle de caramujo africano com visita técnica sem custo

Não use sal e não pegue com a mão.

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Retorno em até 2 minutos. Atendimento 24 horas.

É espécie exótica invasora e hospedeiro de parasitas que afetam pessoas. A coleta tem um jeito certo de ser feita — e vários jeitos errados.

  • Coleta e destinação corretas: sem sal e sem descarte no lixo comum.
  • Visita e orçamento: sem custo nenhum.
  • Manejo do ambiente incluso: sem abrigo úmido, a população não volta.

Você só paga se aprovar o orçamento na hora. Não aprovou? O técnico se retira sem cobrar nada — nem visita, nem deslocamento.

  • Sem taxa de visitaAvaliação e orçamento sem custo, mesmo que você não feche o serviço.
  • Técnico em até 20 minutosAtendimento em residência, condomínio, escola e chácara.
  • Orçamento fechado na horaValor definido na visita, sem cobrança adicional por cômodo.
  • Garantia com retornoReincidência do mesmo foco dentro do prazo é atendida sem custo.
Documentação do serviço

Licenças, produtos e responsável técnico

Todo atendimento é feito com produto registrado, responsável técnico habilitado e certificado emitido ao fim do serviço.

Licenças e responsável técnico

Operamos com todas as licenças ambientais e sanitárias vigentes exigidas para controle de pragas urbanas: licença sanitária municipal, responsável técnico habilitado e produtos com registro na Anvisa.

Qualquer um desses documentos pode ser solicitado antes da contratação, e o certificado emitido ao fim do serviço traz o produto, a dosagem e a assinatura do responsável técnico.

Identificação e risco

Nem todo caracol do jardim é caramujo africano

A espécie invasora tem concha alongada e pode passar de 10 cm. Identificar corretamente evita tanto o alarme desnecessário quanto o descuido com a espécie que realmente importa.

Caramujo sobre folha em área verde

Caramujo africano

Achatina fulica

Concha cônica e alongada, com faixas acastanhadas, chegando a mais de 10 cm em adultos. Espécie exótica invasora, hermafrodita e de altíssima capacidade reprodutiva. É o alvo do serviço.

Concha
Alongada, mais de 10 cm
Origem
Exótica invasora
Reprodução
Hermafrodita, muito prolífica
Criança e cachorro em sala de estar residencial

O risco para a saúde

Hospedeiro intermediário

Pode hospedar parasitas transmitidos por contato com o muco e por consumo de vegetal cru mal higienizado. Por isso a coleta é feita com luva e o vegetal da horta precisa de higienização adequada.

Via de exposição
Muco e vegetal cru
Cuidado
Luva na coleta
Atenção
Criança e animal no quintal
Jardim residencial com gramado e cerca de madeira

O abrigo que sustenta a população

Umidade e matéria orgânica

Entulho, pilha de material, folha acumulada, vaso encostado, mato alto e área permanentemente úmida. É onde eles se recolhem de dia e onde as posturas ficam enterradas.

Onde procurar
Entulho, folha, vaso, mato
Quando saem
Noite e após chuva
Solução
Manejo do ambiente e coleta
Diagnóstico

Como identificar a infestação

O caramujo africano se distingue do caracol nativo pelo porte e pelo formato da concha.

  • Concha alongada e cônica

    Concha em espiral alongada, marrom com listras claras, chegando a 10 cm ou mais. O caracol nativo é menor e de concha mais arredondada.

  • Atividade após chuva e ao anoitecer

    O animal permanece abrigado sob folhagem, entulho e vaso durante o dia e sai com umidade e temperatura amena.

  • Trilhas de muco em muro e calçada

    Rastro brilhante em superfície vertical e em piso, visível pela manhã.

  • Folhagem com bordas roídas

    Dano irregular em folha nova, muda e horta, geralmente iniciado pelas bordas.

  • Conchas vazias acumuladas

    Conchas de indivíduos mortos indicam população estabelecida há tempo e servem de abrigo para outras pragas.

  • Ovos em massa no solo

    Aglomerados de ovos pequenos, claros e esféricos, a poucos centímetros de profundidade em terra úmida.

Biologia do caramujo

Seis números que explicam a velocidade da invasão

Uma única postura despercebida recompõe a população inteira. Por isso o controle combina coleta repetida com manejo do ambiente.

400ovos

O que cabe em uma postura

As posturas ficam enterradas em solo úmido, protegidas da vista. Coletar só os adultos visíveis deixa a próxima geração intacta no canteiro.

Na práticaJustifica as coletas repetidas em intervalo curto.

1indivíduo

O que basta para recomeçar

A espécie é hermafrodita: dois indivíduos quaisquer se reproduzem e um único animal pode armazenar material reprodutivo por longos períodos.

Na práticaExplica a reinfestação a partir de terreno vizinho.

5anos

Quanto vive um adulto

Vida longa somada a várias posturas por ano mantém a população ativa por temporadas seguidas se o ambiente continuar favorável.

Na práticaÉ o motivo do acompanhamento por algumas semanas.

0sal

O que não deve ser usado

O sal mata o animal de forma lenta, aumenta a liberação de muco — que é justamente a via de risco — e ainda saliniza o solo, prejudicando a vegetação. Não resolve a população e cria um segundo problema.

Na práticaÉ a orientação mais importante do atendimento.

1luva

O equipamento mínimo da coleta

Nunca com a mão nua, nem em criança acompanhando. A coleta é feita com luva, os animais são ensacados e a destinação segue procedimento definido, sem descarte no lixo comum vivo.

Na práticaÉ o que torna a coleta segura para quem faz.

2semanas

O intervalo entre as coletas

Novas coletas nesse ritmo alcançam os indivíduos que eclodiram das posturas enterradas. Coleta única praticamente nunca resolve.

Na práticaDefine o cronograma do serviço, não uma visita só.

Segurança

As três perguntas que aparecem em toda ligação

Posso jogar sal, como todo mundo diz?

Não. O sal mata lentamente, aumenta a liberação de muco — que é a via de risco para pessoas e animais — e saliniza o solo, prejudicando a vegetação do canteiro. A coleta com luva, o ensacamento e a destinação correta são o procedimento adequado.

Ver produtos e cuidados

É perigoso para criança e cachorro?

O risco existe e está no contato com o muco e no consumo de vegetal cru mal higienizado. Oriente a criança a não pegar, mantenha o cão longe da área enquanto houver infestação e higienize adequadamente qualquer folha da horta. Em caso de ingestão, procure atendimento.

Ver o programa de monitoramento

Eles vêm do terreno vizinho. Adianta tratar aqui?

Adianta e é o que está ao seu alcance. Reduzimos a população presente, retiramos o abrigo — entulho, folha acumulada, vaso encostado, mato alto — e tratamos a faixa de entrada. Em condomínio e escola, o manejo da área verde inteira é o que sustenta o resultado.

Ver o protocolo para escolas

Onde atendemos

Onde o caramujo se instala

Ele precisa de umidade, matéria orgânica e abrigo durante o dia. É o que a maioria dos jardins urbanos oferece.

Fachada de edifício residencial com varandas

Casa, apartamento e condomínio

Jardim, canteiro, horta, vaso encostado e pilha de material no quintal. Em condomínio, a área verde comum concentra a maior parte da população.

Cozinha comercial com bancadas de aço inoxidável

Restaurante, padaria e mercado

Jardim de fachada, floreira e área externa de restaurante, escola e escritório, com coleta feita fora do horário de circulação.

Perguntas frequentes

Dúvidas sobre controle de caramujo africano

Posso recolher o caramujo eu mesmo?

Pode, desde que use luva, não toque no animal com a pele nua e lave bem as mãos depois. Nunca use sal: o animal morto no solo libera o material que se pretendia conter.

Em população grande e com ovos enterrados, a coleta caseira não interrompe o ciclo.

Caramujo africano transmite doença por contato?

O risco está associado ao contato com o muco e à ingestão acidental de larvas presentes nele, principalmente por meio de hortaliça mal higienizada. Por isso a orientação é sempre coleta com luva e higienização rigorosa de horta na área afetada.

Vocês usam veneno no jardim?

Não aplicamos molusquicida a lanço em área com circulação de pessoas, crianças e animais domésticos. O manejo é por coleta dirigida e alteração das condições do ambiente, que é o que sustenta o resultado.

De quanto em quanto tempo é preciso repetir?

Após a coleta inicial e a remoção dos ovos, uma conferência em quatro a seis semanas costuma bastar. Em área verde extensa e vizinha a terreno baldio, recomendamos vistorias periódicas dentro de um programa de manutenção.

A visita técnica é realmente sem custo?

É. O técnico vai até o imóvel, faz a inspeção, identifica a praga e as rotas e apresenta o orçamento fechado no local. Se você não aprovar, ele se retira sem cobrar nada — não existe taxa de visita nem de deslocamento dentro da área de atendimento.

Em quanto tempo o técnico chega?

Em atendimento de emergência, o objetivo é ter um técnico no local em até 20 minutos, com a equipe distribuída pela região. Em horário de pico ou endereço mais distante, o prazo é informado no momento da ligação, antes de você se comprometer.

Vocês emitem certificado para a vigilância sanitária?

Sim. O certificado sai ao fim do atendimento com o produto aplicado, número de registro, dosagem, data, prazo de validade e assinatura do responsável técnico. É o documento exigido em fiscalização de restaurante, mercado, escola e condomínio.

Como funciona a garantia?

Se a mesma praga reaparecer no mesmo foco dentro do prazo acordado, o retorno é feito sem custo. O prazo é definido na visita, conforme a praga e o ambiente, e fica registrado no certificado — não é promessa verbal.

Caramujo africano no jardim? A visita não custa nada.

Um técnico avalia a extensão, faz a coleta com destinação correta e define o manejo do ambiente. Fecha o valor na hora, sem cobrar se você não aprovar.

  • Sem taxa de visita e sem taxa de deslocamento
  • Técnico no local em até 20 minutos
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